
Precisamos ser reavivados pela chama do Espírito Santo dentro de nós. Com toda certeza, não há tempo para continuarmos vivendo da forma que temos caminhado.
Olhamos à nossa volta e vemos o mal que nos assola, e talvez nos deparamos com um pouco do que o apóstolo Paulo nos disse: Daqueles dias do fim. (2Timóteo 3.1) Sabe, porém, isto: que nos últimos dias sobrevirão tempos trabalhosos; Porém ele nos diz que ainda não era o fim.
E quando nos atentamos hoje para a atualidade e realidade de nossos dias, podemos presenciar na história a palavra de Deus se cumprindo.
Calamidades, epidemias, a maldade sendo tratada de forma tão normal que nos assustamos ao ver; que nem mesmo os santos, muitas vezes, não estão acordados para compreender todas estas coisas.
Não posso deixar de crer e acreditar na palavra de Deus como a única verdade, e que esta verdade, carece neste momento ser exposta como a verdade, sem adequação ou mesmo conivência com aquilo que o mundo tem nos apresentado.
Creio plenamente que é tempo da Igreja ser referencial absoluto, de sal e luz. De algo vivo da parte de Deus, que irá abrir os céus para o raiar de um novo dia na história.
É tempo de arrependimento, tempo de restauração, tempo para o Senhor encontrar os reparadores de brechas, aqueles que estão desejosos de ver e fazer parte de um avivamento. Não apenas de manifestações, mas de prática e realidade, que irá trazer esperança para todos àqueles que se encontram feridos. Porque certamente este avivamento, não afetará apenas a Igreja, mas trará cura para as nações. Os cativos e oprimidos serão libertos, pois o Espírito Santo terá esta liberdade para operar através da Igreja viva.
É tempo de choro! Tempo de sentir o que Deus sente!
Ao anoitecer pode vir o choro, mas a alegria vem pela manhã! (salmos 30.5)